O que eu mais gostava, nos meus passeio solitários na floresta, era sem querer, sem que nada o previsse, que um brilho despertasse a minha atenção, e eu curiosa como sou sobre os mistérios da floresta, ia atrás deste brilho, por cima das pedras, afastando arbustos até chegar ao local onde os raios de sol iluminavam o que parecia uma velha cruz de metal engolida pelas silvas e outra ervas daninhas.
E ao afastar todas as ervas, descobria que a cruz era afinal uma antiga estava de um rei, cravada ali na rocha, aparentado dificuldade em ser retirada mas que ao tentar puxar, ela cedia, e com um pouco mais de força e espada saia da rocha espalhando pela floresta uma onde incrível de luz e magia.
E eu incrédula, olhava para a relíquia com aquele olhar de pura felicidade porque afinal havia magia de verdade e algo de extraordinário acabara de acontecer, pois afinal aquela espada seria o principio de outra realidade, não fosse ela Excalibur.

