sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Um raio de Luz

Todos temos um lugar onde nos sentimos em paz, onde nos sentamos e meditamos, organizamos a nossa cabeça para enfrentar os desafios que nos surgem pela frente. Eu também tenho esse lugar, e tenho imensas saudades de lá ir, mas ele encontra-se vedado, por quem acha que proibir carros o vai proteger. Não vai! Quem o vai proteger são as pessoas, quem ama Sintra, quem quer o melhor para a sua floresta. O meu local de paz é na Peninha, é onde me sinto bem, é por entre as árvores e sentir aqueles raios de luz, ou lá no alto a sentir o vento na minha cara e nos meus cabelos.

A Floresta é o meu Templo Sagrado!


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Welcome to Basilandia!

Eu tal com outras pessoas no desemprego, vi uma oportunidade no turismo, e descobri uma profissão que amo de coração, para além de Amar Sintra, amo mostrar cada detalhe, contar historias e lendas a quem a visita, a quem a quer descobrir. Abri a minha empresa em 2016 e ela foi crescendo, foi a melhor coisa que fiz e não me arrependo, sempre tive colegas e concorrência e todos nos dávamos-nos bem, por vezes até trabalhávamos em grupo e corria tudo bem. Nessa altura já havia uma empresa de tuk tuks e até eram muito engraçados, passeavam-se em frente á estação com pestanas nos faróis e bigodes, como se fossem meninas e meninos, eram muito giros, e os guias eram todos licenciados em turismo, faziam tours e davam ao visitante uma forma diferente de conhecer Sintra.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Even when you hurt me...

O Feiticeiro acordou abruptamente ainda o sol não tinha nascido, o seu cavalo estava agitado e não parava de bater com os cascos no chão tentado chama-lo a atenção. O Feiticeiro apenas se deu conta de passos apressados que corriam e se afastavam por entre as árvores, as folhas e os ramos secos da floresta. 
Esfregou os olhos e abanou a cabeça numa tentativa de ver melhor que o que se estava a passar á sua volta ou se teriam roubando alguma coisa. Mas apenas vê um pedaço de papel no chão com algo escrito e de difícil leitura pois a tinta estava borrada.



Admiro-te de longe porque de perto é proibido.
Desde o primeiro dia que te vi que o meu coração tenta me dizer alguma coisa.
Sei que há muita loucura da minha parte ao sentir isto, mas também ha um pouco de razão na loucura.
Sou apenas alguém, ou até mesmo ninguém, talvez alguém invisível que te admira á distancia, que te procura sem querer e sem a mais pequena esperança de um dia me tornar visível para ti...