No silencio da floresta, em pleno dia, uma estranha rapariga observa por entre os arbustos um caminhante perdido que por aqui se instalou, tinha olhos castanhos como as árvores os rodeavam, e um sorriso tímido que apenas se notava quando ouvia os sons daquela floresta, todo ele era envolto em mistério, não se sabia quem era nem como aqui chegara mas a sua energia era pura. A seu lado um belo cavalo negro de olhos brilhantes como safiras, deitado perto do seu cavaleiro, e por entre os pertences deste ela avistara algo inédito, uma varinha. Era um feiticeiro, que sem nada dizer, pelo qual se encantou!
A estranha rapariga sentiu o coração a palpitar, queria ficar mais tempo mas era tarde, tinha de ir embora antes do anoitecer. Na aldeia todos a achavam estranha, ou apelidada de tal por nunca da sua boca se ouvirem palavras, não era muda, apenas não falava, pelo menos á frente dos outros.
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