sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Mulheres na religião

Nada como um tema forte e marcante para assinalar o regresso á minha escrita no blog, ja tinha saudades disto, pois ser empregado sonae não é nada fácil, e o João já lá ta á cerca de treze anos! Depois falo sobre essas novidades, assim que possa, como é evidente.

Passemos ao tema que venho aqui falar, religião! Desde que vi o filme "O Codigo Da Vinci" que comecei a ver realmente o que era a igreja e cada vez acho mais que tenho razão em pensar assim, e até já conheci pessoas mais velhas que eu, que supostamente poderiam ser católicas ferrenhos, mas não, curiosamente têm as mesmas ideias e o mesmo pensar que eu! Não se trata aqui de acreditar ou deixar de creditar
na figura de Deus, trata-se da própria igreja que devia mudar radicalmente a sua maneira de pensar e de agir.

Depois do restauro das Catacumbas de Priscila há quem defenda que os frescos destes subterrâneos que serviram para sepultar cristãos entre os séculos II e V mostram que a igreja dos primórdios era bem mais progressista no que toca à ordenação de mulheres.
Relacionar este tema com o cemitério romano redescoberto no século XVI, escavado 300 anos depois e que acaba de reabrir depois de cinco anos de trabalhos de restauro não é novo, mas agita sempre as águas. De um lado as associações que querem ver as mulheres a desempenhar funções de sacerdotes na igreja católica, do outro, como seria de esperar, o Vaticano e os seus arqueólogos a dizer que as alegações não passam de “contos de fadas”.
 Claro que para os do Vaticano é um "conto de fadas", é tudo um jogo de interesses! Dar força ás mulheres seria por de lado muitas das suas ideia, e permitir o casamento dos Padres e Bispos, aceitar que Jesus tenha sido casado e que desse casamento tenhas nascido uma menina chamada Sara! Seria deitar por terra muitos séculos de decisões erradas! Como por exemplo a perseguição aos Templários e ás mulheres que eles
acham ser bruxas ou feiticeiras.

O debate reacendeu-se agora porque os trabalhos de conservação no labirinto subterrâneo com 13 quilómetros dedicaram especial atenção às pinturas murais, que foram cuidadosamente limpas com recurso a tecnologia laser, revelando com maior nitidez pormenores que podem sustentar a tese de que as primeiras comunidades cristãs tinham mulheres-padres. É pelo menos nisto que acreditam as organizações Women’s Ordination Conference (norte-americana) e a Association of Roman Catholic Womenpriests (internacional), que vão buscar dois exemplares de frescos para ilustrar as suas teorias.Um deles está num quarto conhecido como “Cubiculum da Mulher do Véu” e mostra uma figura feminina de braços erguidos, à semelhança de um padre que celebra missa. Diz a página oficial deste sítio arqueológico que as vestes que usa são litúrgicas e que até tem uma estola, faixa de tecido que faz parte dos paramentos usados pelos sacerdotes. Noutro espaço, “A Capela Grega”, está representado um grupo de mulheres sentado a uma mesa, evidenciando gestos reconhecíveis por quem assiste hoje a uma missa.
Se quiserem podem ler o resto do artigo, está muito interessante.



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Culto

Na crença céltica e druidica cada pessoa tinha a responsabilidade de passar seus conhecimentos adiante, para as pessoas que estivessem igualmente aptas a entenderem a lei de causa e efeito, também conhecida atualmente como lei do carma.

Não admitiam que a Divindade pudesse ser cultuada dentro de templos constituídos por mãos humanas, por isso faziam sua cerimônia nos campos e nas florestas, principalmente onde houvesse antigos carvalhos.

Em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.

Enquanto em alguns dos festivais célticos os participantes o faziam sem vestes, os Druidas, por sua vez, usavam túnicas brancas.

Sempre formavam os círculos mágicos visando a canalização de força.

Os ritos sagrados eram feitos na Natureza, obra prima concebida pelas mãos do Criador.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sempre foi assim...

Eu sempre pensei que não tinha valor
Sempre me fizeram pensar que era inutil
Julguei que o meu lugar era longe do mundo
Marcaram-me de tal forma, nesses momentos
Que ainda hoje tento mostrar ao mundo que não sou inútil!





quinta-feira, 9 de maio de 2013

Lágrimas

Muitos fazem poemas á volta do tema, do sentimento, do simples rolar de uma gota.
Lágrimas podem ser de alegrias, de tristezas, de saudades, mas podem ser muito mais do que isto!
Lágrimas são todo o turbilhão de palavras que ficam encravadas na nossa garganta sem que haja voz suficiente para as poder gritar.
Lágrimas são todas as recordações que temos e que nos marca e que por mais que as queiramos apagar ficam gravadas na nossa memoria e nos atormenta e nos provoca...
Lágrimas!
Para muitos, menos dedicados ao sentimento dos outro é apenas uma gota que rola, um líquido composto de sais minerais, proteínas, gordura e água...

Raiva

A raiva faz coisas milagrosas.
Por raiva vamos buscar forças onde nem sabemos que elas existem.
Por raiva percorremos aquele caminho com o peso mais pesado sem termos vontade de fracassar, pois nessa palavra já não existe!
Por raiva, somos animais selvagens.
Por raiva...


terça-feira, 16 de abril de 2013

Verdadeiras lições que os animais nos ensinam

Os animais são mais carinhos e inteligentes do que as pessoas e têm ainda a vantagem de nunca nos desiludir, pois quando eles sentem que podem confiar em nós e que somos um porto seguro são capazes das maiores demonstrações de amor.
Os instintos dos animais são mesmo uma coisa impressionante, toda a vida ouvi dizer que as gatas não gostam que mexam nos filhos e quando quando isso acontece que elas os mudam de sitio, e ja comprovei isso nas diversas vezes em que tivemos gatos e gatas por aqui, elas tratam sempre de os esconder, só que desta vez houve algo que mudou.


Esta gata, foi-nos dada o ano passado e este ano teve filhotes e como era a primeira vez sempre pensámos que ela os iria rejeitar, mas foi completamente o contrário, e sabem a melhor parte? Ela trouxe-os cá para casa com um uma semana de vida, num diz em que chovia torrencialmente! E vejam lá a inteligência dela, sabe que cá dentro tem o conforto, o carinho e a comida.



Da esquerda para a direita
Pretinha, Luna, Malhada, Riscas.
Imaginem qual não foi o nosso espanto ou ouvir um gatinho bebé a miar no beiral da nossa porta. 
Nós sabíamos mais ou menos onde ela os tinha, mas como os terrenos estavam cheios de água nunca nos atrevemos a ir mesmo atrás dela, mas dava para ver da janela todo o percurso que ela fazia trazendo mais um filhote.
Ela ainda esteve a dormir na nossa cozinha algumas semanas até os filhotes completarem um mês no dia 11 de Abril, agora estão no nosso quintal numa casinha bem abrigadinhos. 


Já a irmã desta gata foi totalmente o oposto, ela também teve filhotes, mas estes nasceram prematuros, nunca tinha visto nada assim porque elas é que se escondem e fazem tudo sozinhas e normalmente quando não os querem até os matam. Esta gata apareceu no sábado
A imagem de uma mãe
a dormir sobre a caixa do vinho.
O que dizer?
de manhã com um gatito na boca acabadinho de nascer e veio deixá-lo á nossa porta, passado meia hora trouxe outro, mas ela não ligava a mínima para eles, só queria dormir, e os gatinhos não estavam a mamar. No fundo ela já os tinha rejeitado só apareceu com eles para ver se tinha os mesmos tratos da outra gata. Mas tramou-se, um dois bebés morreu logo no dia a seguir, mas outro continua agarrado á vida.

O mais claro era uma gatinha
foi a que morreu.
Podem me chamar de maluca, mas a verdade é que eu fui procurar na Internet se seria possível salvar estes gatinhos sem a mãe, e encontrei algumas coisas. O ser possível até é, mas ninguém me estava a dar muito apoio. E nem queriam ir ao veterinário, mas nesse caso reconheço que as nossas finanças não andam famosas. Só que eu sou teimosa! Mesmo muito.
É muito giro vê-lo a mamar de verdade.
Fui buscar uma seringa (sem agulha) o meu pai arranjou-me uma borrachinha para por na ponta e eu "inventei" uma espécie de leite de gato para lhe dar com algumas dicas da net, e estou a dar-lhe de mamar. Não sei se ele vai aguentar, e tento não me apegar muito a ele, mas ele está a ficar mais forte e irrequieto, julgo que é um bom sinal, e já reconhece a seringa quando tem fome. Gostava muito que ele se safasse.
Tendo em conta que nasceu no sábado, e que hoje já é terça-feira, penso que não me estou a sair nada mal. Já todos me chamam de mãe-gato!
O meu irmão quer que lhe chamemos Luky, caso ele passe esta fase com sucesso, mas eu gostava de lhe chamar Felix, enfim, logo vemos qual o nome que escolhemos.



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Amizade

Era uma vez uma menina...

Amizade? Amizade é uma coisa estranha, uma coisa com a qual poucas vezes dei de caras. Deve ser espécie em vias de extinção. No entanto não de ser em todo o lado porque em alguns sitios Amizade até se reproduz bem, parece mato! Mas tem outros, como no meu caso em que a semente murcha mesmo antes de eu a plantar...
Amizade é um ser muito sensível, acho que ninguém sabe como é que ele nasce e cresce e se reproduz. Mas sei quando é que entra no seu casulo para se transformar em Amor, como uma bela borboleta.


Fico feliz e triste ao mesmo tempo quando vejo que os poucos amigos que tenho também têm os seus amigos, sim isso é bom porque não têm que se virar somente para mim, mas é mau para mim que só tenho aqueles amigos e quando eles estão ocupados eu fico sozinha! Completamente sozinha! Quando o João está a trabalhar e a nina foi sair com as irmãs ou com as amigas do curso, eu fico sozinha, em casa, agarrada ás saias da minha mãe! Mas não adianta fazer drama porque se esta situação não mudou em 27 anos de vida, agora dificilmente mudará, o tempo de escola já terminou há muito, trabalho não tenho, logo também não tenho colegas nem hipóteses de fazer amizades - verdade seja dita que num trabalho nunca fiz amizades, e acho super difícil fazê-lo, mas fico feliz ao ver quem consiga - moro num sitio cada vez mais isolado, parece uma ilha onde só restam os mais velhos, porque todos os outros da minha idade já se foram embora, já se juntaram e já têm as suas vida, para além de não quererem saber de mim para nada.
Enfim... Amizade, que animal de cativeiro és tu? Ou serás animal selvagem, porque não te deixas dominar?

Porque foges de mim?


Sweetest friendship by ~ShadowsOfTheDay on deviantART