terça-feira, 27 de março de 2012

A Deusa Mãe

Quando os povos primitivos identificaram a mulher com a Terra e associaram a existência da Terra a poderes divinos, consideraram que o poder que conspirou para que o Universo fosse criado era feminino. Como só as mulheres têm o poder de dar a vida a outros seres, nossos ancestrais começaram a acreditar que tudo tinha sido gerado por uma Deusa. Em diversas partes do mundo a Grande Deusa Mãe é associada à Lua, já que existia um poder maior que agia entre a mulher e a Lua.
O respeito ao feminino e o culto aos mistérios da procriação eram muitos difundidos. Nas culturas primitivas a mulher era tida como a única fonte da vida, tanto que os lugares onde ocorriam os partos eram considerados sagrados e foram nestes lugares que surgiram diversos templos de veneração à Deusa.
O mundo é uma maravilhosa obra alquímica que a Deusa criou e comanda através das manobras e poções realizadas em seu caldeirão, o lugar onde nasce a vida. A Deusa é a energia Geradora do Universo, é associada aos poderes noturnos,a Lua, a intuição, aos lado inconsciente , à tudo aquilo que deve ser desvendado, daí o mito da eterna Ísis com o véu que jamais deve ser desvelado.
A Lua nunca morre, mas muda de fase à cada 7 dias, representando os mistérios da eternidade e mutação. Por isso a Deusa é chamada de  “DEUSA TRÍPLICE DO CÍRCULO DO RENASCIMENTO”, pois também muda de face, assim como a Lua, e mostra-se aos homens de três diferentes formas como: A VIRGEM, A MÃE e A ANCIÃ. Isso não é difícil de se entender, pois dentro da Wicca todos os vários Deuses e as multiplas faces e aspectos da Deusa, nada mais são do que a personificação e atributos da Grande Divindade Universal.
A Grande Deusa desempenha inúmeros papéis e funções e para isso usa nomes e atributos diferentes, o que os seres humanos para simplificar chamaram de Deuses. Quando invocamos o nome de um determinado Deus, libera um tipo de energia específica que não consegue ser liberada quando se invoca outra Divindade que desempenha papéis e funções diferentes.

Na Tradição Wicca o aspecto Jovem da Deusa recebe o nome de RHIANON, ela está associada à adivinhação, aos rios mágicos, à clarividência e aos encantamentos. Os seus rituais e invocações são realizados na Lua Crescente. A sua cor é o branco e por isso rece o título de ALBEDO (Senhora da Alvorada). Rhianon é a caçadora, segura em suas mãos a trompa de vaca ou touro em forma de meia lua. É a deusa da fartura e é ela a quem devemos reverenciar quando queremos garantir êxito no trabalho. Seus poderes são os da compaixão, sabedoria e compreensão.

O aspecto de Mãe recebe o nome de BRIGIT, a antiga Deusa Celta do fogo. Ela esta associada a fertilidade, sexualidade e ao parto. Os seus rituais e invocações são realizados na Lua Cheia. Sua cor é o vermelho e por isso recebe o título de RUBEDO (Senhora do entardecer ou do rubi). Brigit é a mãe que o possui no ventre o poder de dar a luz uma nova vida. É a rainha da colheita, a mãe do milho e derrama sua abundância por toda a terra. Segura nas suas mãos um recipiente com labaredas de fogo, o qual tem o poder de realizar os desejos daqueles que a cultuam. É a Deusa do amor e seus poderes são os da paixão, agilidade e rapidez.

O aspecto de Anciã recebe o nome de CERIDWEN, a Grande Deusa Mãe que conhece todos os segredos do Universo. Ela está relacionada ao renascimento e a ligação com os outros mundo. Os seus rituais de invocação são realizados na Lua Minguante, que é o seu símbolo. A sua cor é o negro e por isso recebe o título de NIGREDO (Senhora da noite). Ceridwen é a mãe que conserva todos os poderes da sabedoria e conhecimento. É ao mesmo tempo Deusa parteira e dos mortos, pois o poder que leva as almas para a morte e o mesmo que traz a vida. Do seu ventre parte toda a vida e da vida provém a morte. Segura em suas mãos um caldeirão e das misturas feitas em seu interior ela comanda a sincronicidade de todo o Universo e intervém nos assuntos humanos para auxiliar seus seguidores. Devido ao aspecto de velha é esta a personificação que representa o conhecimento de todos os mistérios que só a experiência pode proporcionar. É a Deusa da sabedoria do bem e do mal. É ela a quem devemos recorrer e reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo de malefício. Ela é a Deusa da paz e do caos. Da harmonia e da desarmonia. Ceridwen já passou pela jovialidade de Rhianon, pela maturidade e entusiasmo de Brigit.Acumulou toda a experiência, que só o tempo pode proporcionar, e distribui a sabedoria por todo o mundo.

A Deusa já foi reverenciada em todas as partes do mundo sobre diferentes nomes e aspectos. O seu nome varia, mas sempre foi venerada como o princípio feminino eterno e estático que está presente em tudo e incluso no nada. Ela é o poder do feminino que dá vida ao mundoe fertiliza a terra.
A Deusa não está ligada somente às manifestaçõesda terra, pois ela representa as forças celestes. Ela é a dona do céu noturno, guardiã dos sentimentos, do interior da alma humana e do destino do homem. Ela é uma presença contínua que está além do tempo e do espaço.


Ser ou não ser mãe
Nem todas nós viemos para este mundo com vontade de viver o mito da Deusa Mãe dentro de nós. Muitas de nós somos mais Ártemis (individualidade) ou Afrodite (amor e sensualidade) do que Deméter (a mãe dedicada). Cada mulher tem uma deusa predominante em si que deve ser respeitada e venerada.
E cada uma de nós é responsavel pelas suas escolhas, não temos que seguir o mesmo destino da maioria das pessoas cada ser em si tem a capacidade de realização própria. E ha que se dedicar a isso com toda a sua alma, porque sem duvida será o momento mais feliz das suas vidas.
Se o caminho não for por aí? Então há que parar de pensar que temos de ser todos iguais porque isso só vai resultar em sofrimento e frustração.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Tradições Wicca

As Tradições Wiccanas são as diversas teorias, práticas e filosofias das variações antropológicas de culto. Cada tradição tem sua própria estrutura, filosofia, concepções, ritos e mitos próprios que são transmitidos inicialmente. Dentro da Wicca, há muitas tradições e caminhos no que concerne à forma de cultuar os Deuses, onde cada um desses é significativo e viável para seus praticantes. A tradição a se seguir é uma escolha individual que deve ser feita com base na afinidade com o panteão a ser cultuado e principalmente com a sensação de familiaridade que ela te passa.

As entidades que praticam essas tradições são chamadas Covens que são unidades de ensinamentos sacerdotais, onde cada qual ali presente, está sendo preparado para se tornar mais um Sacerdote e dar início a seu próprio Coven. Outras unidades Wiccanas conhecidas, os Groves/Famílias/Clãs que são o conjunto de Covens oriundos de um Coven Original, de onde todos os sacerdotes das demais filiais provieram. E os círculos que são entidades estabelecidas, não hierarquizadas, onde são dados cursos livres e onde muitas vezes são celebrados rituais abertos ao público.

Na Lusitânia o culto era politeísta excepto na tribo Cónia que era monoteísta. O deus dos Cónios era Elohim, mas as restantes tribos veneravam vários deuses não se podendo considerar que a religião destes seja única, mas uma pluralidade delas. Apesar disso existiam alguns pontos em comum, tais como, o culto lunar e solar, e , o culto aos ancestrais e aos mortos. Também existem cultos tutelares de tribos e de locais. Nestes locais adoravam-se árvores, rios, ribeiros, lagos, montanhas,...Na prática religiosa e de forma a apaziguar os deuses estes povos praticavam a imolação. Sacrificavam animais, tais como, a cabra, a ovelha, o touro, o cavalo, e o homem sendo que estes dois últimos eram sacrificados de forma excepcional utilizando para este efeito os prisioneiros de guerra. Uma das características principais das religiões da Lusitânia eram os presságios ou clarividência, por isso utilizavam os astros, as entranhas de animais, a observação das aves e o fogo para o acto de adivinhação.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Instintos

O que é o pequenote estaria a pensar naquele momento? Também gostaria de saber, mas os instintos selvagens ninguém lhos tira.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Olly Murs - Oh My Goodness

Im rolling down hill, no breaks
Can't go back now, its to late oh
It to late to look away
And unfeel what i feel for you look away
And unsee what i see in you
I gonna go for it
I hope you ready


quinta-feira, 19 de maio de 2011

What About my dreams?

What about my life
What about my dreams
What about how I feel
What about my needs
I cant hold back, I cant go back, I must be free
What about how I feel
What about my life






Não vou deixar de procurar trabalho, só porque tu deste em fazer birra para eu estar sempre ao teu lado. 
Não vou deixar de viver só porque tu não queres que eu saia tantas vez para namorar.
Não vou deixar de realizar os meus sonhos só porque tu tens medo que eu te abandone!


Sabes bem que bem que nunca o farei...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ser Wicca

Eu ainda penso que muita gente associa isto a bruxaria, mas para mim não é bem assim. Eu gosto desta religião, talvez me possa considerar uma wiccana não praticante, mas a Wicca não é apenas bruxedo, para mim é muito mais do que isso, Wicca é uma comunhão com a Natureza, é louvar o Sol quando ele surge pela manhã, é louvar a Lua quando ela surge no céu, é louvar o Mar para que ele nos traga bom peixe, é louvar a Chuva quando ela nos rega as colheitas, é louvar a Terra quando ela nos dá o que plantamos. Isto para mim é ser Wicca, eu não preciso de uma caldeirão, de um atame, de um livro das sombras ou de um pentagrama para me sentir feliz e plenamente Wicca, eu sinto isso quando estou no meio da Natureza e posso tocar numa arvore como que querendo senti-la respirar, ou o bater do seu coração, quando posso me descalçar e sentir a relva nos meus pés, quando me posso sentir ligada á Mãe Terra, sinto-me plena quando molho os meus pés na água do Mar e quando este me vem cumprimentar com uma onda, que tanto pode ser calma, como brincalhona e me molha logo toda de uma vez!

Wicca

Merry meet and merry part,
love and peace flow from the heart.
We ask the Goddess for our health,
for our wisdom and our wealth.
We are for the greater good,
but are often misunderstood.
So as we call the Goddess here,
whisper your problems in my ear.
Three times three it comes back me,
so thank the Goddess. Mote It Be.

 

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O Ano Novo Celta


A Roda do Ano é o que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas era um tanto quanto diferente da atual. Eles não viam o tempo de forma linear, mas circular, cíclico. Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar.

Originários da tradição celta, os Sabbats ocorrem oito vezes ao ano, levando-se em conta a posição da Terra com relação ao Sol: Equinócios e Solstícios. Nessas ocasiões, são homenageadas duas divindades: a Grande Mãe, ou simplesmente a “Deusa”, que simboliza a própria terra, e o Deus Cornífero, O Gamo Rei, protetor dos animais, dos rebanhos e da vida selvagem.

A cada uma delas deu-se um nome:

Samhain


31 de Outubro (Hemisfério Norte) e 1° de Maio (Hemisfério Sul).

Este sabá marca o ano novo celta, assim como o início de uma nova Roda do Ano. Samhain, o festival dos mortos, é popularmente conhecido como Halloween. Essa é uma época de meditação e reflexão, sobre os ciclos da natureza, da vida e da morte. Época de nos conectarmos com a energia dos nossos antepassados e de todos aqueles espíritos e seres que nos auxiliaram em nossa caminhada, pois é uma época em que, segundo a cultura pagã, o "véu entre os mundos" se torna mais tênue.


Yule


21 de Dezembro (Hemisfério Norte) e 21 de Junho (Hemisfério Sul).

Yule é a época do Solstício de Inverno, quando a Criança do Sol renasce, a qual é uma imagem do retorno de toda nova vida através do amor dos Deuses. Os escandinavos tinham um Deus chamado Ullr, e dentro da Tradição Nórdica, Yule é considerado o Ano Novo. Nas demais tribos e povos da europa pré-cristã, o solstício de inverno era a mais antiga festa sazonal e dada sua importância foi sincretisado com as festividades do Natal Cristão.


Imbolc

1º de Fevereiro (Hemisfério Norte) e 1º de Agosto (Hemisfério Sul).

Imbolc, também chamado Oilmec e Candlemas ("Candelária"), celebra o despertar da terra e o crescente poder do Sol. A Deusa é venerada em seu aspecto de Virgem da Luz e seu altar é decorado com galanto, que anuncia a primavera. É a festa da lactação, da bênção aos recém-nascidos, pois a Deusa amamenta o Deus renascido na forma de seu filho.

Hemisfério Norte: 2 de Fevereiro Hemisfério Sul: 1o de Agosto

Também conhecido como Imbolc, Oimelc e Dia da Senhora, Candlemas é o Festival do Fogo que celebra a chegada da Primavera. O aspecto invocado da Deusa nesse Sabbat é o de Brígida, a deusa celta do fogo, da sabedoria, da poesia e das fontes sagradas. Ela também é deidade associada à profecia, à divinação e à cura.

Esse Sabbat representa também os novos começos e o crescimento individual, sendo o "afastamento do antigo" simbolizado pela varredura do círculo com uma vassoura, ou vassoura da bruxa, tradicionalmente realizado pela Alta Sacerdotiza do Coven, que usa uma brilhante coroa de 13 velas no topo de sua cabeça.

Na Europa, o Sabbat Candlemas era celebrado nos tempos antigos com uma procissão à luz de archotes para purificar e fertilizar os campos antes da estação do plantio das sementes e para glorificar as várias deidades e os espíritos associados a esse aspecto, agradecendo-lhes.

A versão cristianizada da procissão de Candlemas honra a Virgem Maria e, no México, ela corresponde ao Ano Novo Asteca.

Incensos: manjericão, mirra e glicínia. Cores das velas: marrom, rosa, vermelha. Pedras preciosas sagradas: ametista, granada, ônix, turquesa. Ervas ritualísticas tradicionais: angélica, manjericão, louro, benjoim, quelidônia, urze, mirra e todas as flores amarelas.

Ostara

21 de Março (Hemisfério Norte) e 21 de Setembro (Hemisfério Sul).

Agora noite e dia são iguais. Em Ostara o Sol aumenta em poder e a terra começa a florescer. Na época do Equinócio de Primavera, os poderes da fase de armazenamento do ano são iguais aos da escuridão do inverno e da morte. Para muitos pagãos, o jovem Deus, com seu chamado de caça, mostra o caminho com dança e celebração. Outros dedicam essa época do ano a Eostre, a Deusa anglo-saxã da fertilidade.

Beltane

30 de Maio (Hemisfério Norte) e 31 de Outubro (Hemisfério Sul).

Os poderes da luz e da nova vida agora dançam e movem-se através de toda a criação. A Roda continua a girar. A primavera dá lugar à primeira floração plena do Verão e os Pagãos celebram Beltane com a dança da fita, simbolizando o Sagrado Casamento entre Deusa e Deus.

Litha

21 de Junho (Hemisfério Norte) e 21 de Dezembro (Hemisfério Sul).

Litha ou Solstício de Verão. O Deus em seu aspecto de luz está no auge de seu poder e é coroado como o Senhor da Luz. É uma época de fartura e celebração.

Lammas

1º de Agosto (Hemisfério Norte) e 2 de Fevereiro (Hemisfério Sul).

Lammas, também chamado Lughnasadh, é o tempo da colheita do trigo, quando os Pagãos colhem o que plantaram, quando celebram os frutos do mistério da Natureza. Em Lammas, os Pagãos dão graças pela generosidade da Deusa em seu aspecto de Rainha da Terra.

Mabon

21 de Setembro (Hemisfério Norte) e 21 de Março (Hemisfério Sul).

Em Mabon o Equinócio de Outono dia e noite tornam-se iguais. À medida que as sombras aumentam, os Pagãos vêem as faces mais sombrias de Deus e Deusa. Para muitos, esse rito honra a velhice e a aproximação do inverno.

Fecha-se o Ciclo

A Roda gira e volta a Samhain.


(Texto retirado de Wikipédia)

sábado, 31 de outubro de 2009

Feliz dia das Bruxas!!



 A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às actuais abóboras, vinda dos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" ).



Origem Pagã

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos.
Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam início ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que actuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.


Apesar de ser uma festa pagã, a palavra "Halloween" tem origem na expressão: "All Hallow's Eve", que significa "véspera de todos os santos", uma vez que se refere à noite de 31 de Outubro, véspera do Dia de Todos os Santos.
Por todo o mundo, há crianças vestidas de bruxa e fantasma na noite de 31 de Outubro e outras tantas que escondem o dente debaixo da almofada para receber um presente da Fada dos Dentes. Duas tradições importadas dos Estados Unidos.


Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual da festa: Hallow Evening -> Hallowe'en -> Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Novos elementos do Halloween

A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma idéia errônea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã.

Mais pormenores aqui




Ver tambem:
O Ano Novo Celta