Numa noite de lua cheia no final do mês de janeiro, uma estranha luz azul invadia os ceus estrelados, a brisa do vento parecia calma mas anunciando algo. O feiticeiro estava de volta á floresta, com o seu cavalo negro de olhos brilhantes como duas safiras, era o seu fiel companheiro. Ele olhou o céu e sorriu, sabia que não estava sozinho e ao voltar-se para trás viu o espírito de uma mulher de cabelos negros compridos esvoaçantes e vestido branco comprido, descalça mas sem tocar no chão. Não era uma mulher qualquer, era Cynthia a deusa celta da lua que o vinha avisar que a bruma negra era o espírito de Morrigan, a deusa da guerra que estava a despertar.
A deusa trazia consigo uma espada, forjada pelos deuses e brilhava como as estrelas da noite, entregou-lha, pois só aquela arma poderia derrotar Morrigan. Ele contemplou a beleza daquela espada, e quando olhou de volta para a deusa, já esta tinha desaparecido...
A deusa trazia consigo uma espada, forjada pelos deuses e brilhava como as estrelas da noite, entregou-lha, pois só aquela arma poderia derrotar Morrigan. Ele contemplou a beleza daquela espada, e quando olhou de volta para a deusa, já esta tinha desaparecido...