domingo, 23 de dezembro de 2012

Passagem

Hoje enquanto procurava umas coisas encontrei um velho diário meu, daqueles antigos com um cadeado, tentei abri-lo, nao consegui. Há tantos anos que não sabia da sua existencia, julgava até que com tantas mudanças que ele ja tivesse desaparecido, e claro que não iria encontrar a sua chave, procurei nos meus velhos porta-chaves e nada, até que a visão de uma caixinha de madeira me relembrou onde eu guardava a chave, e será que essa caixinha ainda existia, sim! Encontrei-a, e encontrei a chave. Abri o diário, relembrei velhas historias, a maioria tristes e por causa de rapazes de amores platónicos alguns sem nexo, desde 1999 ate 2004, neste tempo lembrei-me de tantos nomes, e de outros tantos depois desse ano.
Dá que pensar , e como a nossa idade nos faz mudar essa forma de pensar. Nesse tempo de escola era uma coisa louca, porque as raparigas da turma tinham namorados lindos e eu também queria. Com 15 anos já toda a gente tinha namorado pelo menos uma vez e a mim parecia que ninguém me queria. Claro que acabei por me habituar mas era um pouco frustrante. Toda essa ansiedade acabou por fazer com que eu mais tarde aos 19 encontrasse uma pessoa que acabou por se aproveitar de mim, e da minha ingenuidade. Foi horrível!
E assim me fui lembrando de todas as paixonetas mais intensas que tive desde os tempos de escola até á adolescencia, outros nomes nem me lembro pois não passaram do primeiro encontro...

Nuno, Tiago, Alberto, Carlos Miguel, Carlos Lobo, Paulo, Pedro, João, Frederico

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